Saturday, 12 December 2009

Estréia 10/12/09 - da Oswald para a Luz





ensaios gerais

Ensaios gerais na Oswald de Andrade antes da estréia. Retornei da viagem, e fiquei até emocionada com o resultado alcançado. Gente profissional e entregue









Friday, 16 October 2009

Sunday, 21 June 2009

aqui jaz-z Brasil

E o cortejo do palhaço morto
Antecedeu o aviso de que:
O CAT irá parar por um mês.
Razão: a verba não foi liberada.

E assim se enterram palhaços,
Perspectivas, bons projetos,
Iniciativas, entusiasmos...

E assim se propagam pelas lápides, os dizeres:
Aqui jaz por falta de vontade política.

Dramaturgo bom é dramaturgo morto? II


por Cássio Pires
Abril de 2009



Uma tentativa de resposta à pergunta da Cia Les Commediens Tropicales


Amo os mortos, pelo tanto que me ensinam sobre o teatro e sobre a vida. Pelo dever que o apaixonado se impõe, me faço voltar e voltar a ler uns tantos dramaturgos que há muito ou há pouco já se foram e que sempre me contam as mesmas histórias, mas, que, no entanto, sempre me falam sobre algo novo.
Por essa novidade que cada velho ou jovem clássico contém em si, admiro aqueles que se dão ao trabalho de encenar os textos de outrora e de alhures. Seja pela leitura de um contemporâneo meu para um desses textos, seja pelo brilho que um ator dá a um personagem, ou seja até por uma fala que é dita de forma insuspeita, numa grande montagem de um texto canônico sempre haverá a possibilidade de certas descobertas que podem me fazer deixar a sala do teatro de jeito diferente do que entrei. Por isso, sim, dramaturgos mortos, lidos ou encenados, podem ser bons. Desconsiderar a história e a tradição é uma das grandes bobagens que alguém pode fazer.
Mas tenho comigo que a dramaturgia de nenhuma outra época e de nenhum outro espaço pode dar conta de representar o que sinto aqui e agora. É claro que sempre farei paralelos entre os dilemas de Shakespeare ou Kleist e os dilemas de meu tempo. Mas só uma dramaturgia feita aqui e agora é capaz de representar plenamente o espírito de meu tempo e de meu lugar. Viver apenas de história e de tradição é um erro tão grande quanto desconsiderá-las. Amo os mortos pois eles me ensinam a falar, não porque quero que eles falam por mim.
O mais medíocre dos dramaturgos vivos tem, sobre um mestre do passado, a possibilidade da vantagem provisória de escrever a partir do que nos perturba e nos espanta agora. Por isso, pra mim, a dramaturgia mais importante sempre é a nova, pois só ela pode tornar plena uma arte como a do teatro que lida e goza com a dor e a delícia da efemeridade. Se o teatro só se dá no aqui e agora da representação, é a partir de tudo que está subentendido nesses advérbios que ele precisa se fazer. A história mesma nos ensina que todo grande teatro foi pautado no que então era nova dramaturgia.
Até certo ponto, muitos dos que fazem teatro no Brasil de hoje parecem dar ouvidos a essa questão. Abra-se, a esmo, um guia de peças e ver-se-á que fazemos muitas peças criadas a partir de novas dramaturgias. No entanto, e aqui falo de um paradoxo, parece que poucos entenderam ao o que estão dando ouvidos: o que estamos produzindo hoje é, sim, uma nova dramaturgia. Há pelos menos duas décadas, volta e meia os jornais de grande circulação publicam matérias em que jornalistas culturais lançam questões do tipo “onde estão os novos autores?”. Variações desta pergunta reverberam entre os estudantes dos cursos de teatro e nos fóruns virtuais da internet. Ainda insiste-se na idéia de que dramaturgia é apenas e tão somente a arte de um sujeito que escreve bons diálogos para serem postos em cena. Queremos, talvez, novos “Nelsons Rodrigues”, novos “Tchekhovs brasileiros”, três ou quatro poetas dramáticos aos quais possamos chamar de gênios e aos quais possamos consumir em forma de livros, entrevistas, encenações e, por fim, boxes especiais de dvds.
Talvez a dramaturgia e o teatro que estamos produzindo sejam poucos para representar o mundo onde vivemos. Mas creio que as perguntas que vem sendo feitas sobre a dramaturgia que fazemos são piores do que essa dramaturgia. E por assim o serem, fazem-na pior. Enquanto ansiamos por novos “gênios” e lamentamos a inexistência dos mesmos, estamos perdendo a oportunidade histórica de discutirmos o que fazemos. Enquanto propalamos a torto e a direito que não há dramaturgos, nos esquivamos de pensar sobre essa grande quantidade de dramaturgia que vem sendo produzida por esses “não-dramaturgos”.
Para além de um tímido debate restrito ao ambiente acadêmico, este oprimido pelas imposições de órgãos reguladores da educação superior que desestimulam o verdadeiro pensamento ao obrigarem pesquisadores a produzirem papers de ocasião ou a organizarem atividades que possam ser “mesuráveis” em termos estatísticos, praticamente não há espaço para o debate sobre o que e como estamos fazendo uma nova dramaturgia. Quantos de nós estamos efetivamente discutindo as inúmeras dramaturgias criadas pelos coletivos teatrais? (o pretenso “gênio” de Molière ou de Brecht é resultado direto das ligações destes artistas a coletivos teatrais de seus respectivos tempos); Quantos de nós pensamos sobre as dramaturgias criadas a partir da adaptação de velhos motes? (Shakespeare fez praticamente toda sua a obra teatral a partir da re-escrita de motivos greco-latinos e medievais ou a partir da história da monarquia inglesa); Quantos de nós pensamos sobre as dramaturgias criadas principalmente não a partir de um material literário, mas a partir do improviso, da interação com o público, da encenação e do ator? (são esses os terrenos da Revista, da Commedia dell´arte e do Happening, para ficar em três exemplos de tópicos que integram os programas de nossos cursos de história do teatro); Quantos de nós, por fim, nos damos ao trabalho de discutir efetivamente sobre o que falam, como falam e como trabalham os dramaturgos que seguem trajetórias mais individualizadas?
Para mim, em suma, a questão já não é se dramaturgo bom é dramaturgo morto. A história recente de nosso teatro já respondeu à pergunta ao enveredar pela tentativa de fazer uma nova dramaturgia, seja ela uma releitura de um circo-teatro, um espetáculo de dança-teatro, ou um texto sobre um fim de um casamento escrito por um jovem autor. Esse nova dramaturgia não só é algo bom, mas sim decisivo para um teatro que queira ter qualquer tipo de relevância dentro de uma sociedade. O problema agora é como estamos lidando com essa nova produção dramatúrgica, em tempos como o nosso que transformaram o debate propriamente estético em “frescura de intelectual”. Para além do debate (indiscutivelmente necessário) sobre políticas culturais no país (vejam-se as discussões recentes sobre a Lei Rouanet e a Lei de Fomento), é preciso que voltemos nossos olhos também para o fato de que o que estamos fazendo é, sim, dramaturgia e que ela não pode ser irrefletida.
A grande dramaturgia com a qual sonhamos não nascerá de perguntas que se querem sagazes, mas que em essência são nada mais que subprodutos de um “debate cultural” animado por uma indústria midiática que é a um só tempo filha e mãe do que chamamos sociedade de consumo. É essa indústria que anseia pela “aparição espontânea” de “gênios para consumo”, capazes de estimular o mercado editorial e o show-business. A grande nova dramaturgia só virá num movimento de contramão da lógica estabelecida: de uma prática continua de nova tentativas dramatúrgicas (e novo aqui não significa, evidentemente, aquilo que a burguesia classifica como “original”) alimentadas pelos debates sobre o que fazemos. Nunca, em nenhum campo artístico, houve genialidade que brotasse em terra que não fosse regada as fartas por uma produção que se deu a refletir a si mesma.

Thursday, 18 June 2009

Dramaturgo bom é dramaturgo morto?


por Márcio Castro
(Texto extraído do Caderno Suporte produzido pela Cia. Les Commediens Tropicales)

Antes de falar do dramaturgo eu vou falar de dramaturgia. Dramaturgia boa é dramaturgia morta?

Diálogo
Dramaturgia morta, para mim, é aquela que não dialoga com o resto. Que não dialoga com o cenário, com a interpretação, o figurino, o som, a música, o ator.E todos nós somos responsáveis por isso. Todos nós da criação. Assim como não quero a superioridade e a ditadura do texto, também não acredito que possamos desdenhá-lo. A dramaturgia tem pé de importância tanto quanto.
Nesse sentido, principalmente no processo colaborativo, a atenção, o olhar, o envolvimento, a permeabilidade disso tudo e tantos outros substantivos ligados a este trabalho em específico no teatro traduzem o caminho vivo na criação. Talvez, momentos ou outros – ou talvez na maioria mesmo, cada um sabe do seu – temos dificuldades em ajustar as balanças. Por vezes os maneirismos nos tomam. O conforto de apoiar-se numa coisa invés doutra ou o conforto de uma coisa com outra.

Querer ser refém de uma especificidade na área de criação teatral. Querer um texto teatral que realmente funcione, e, com isso, se eximir de uma preocupação individual, com o seu apontamento como artista, e seu olhar em relação à obra de arte é, para mim, um dos momento em que a dramaturgia sai perdendo. E como conseqüência, o teatro também fica para trás. Conforto na atuação artística. Confiar demais que a dramaturgia resolva e que pode trazer êxito ao nosso trabalho, sem grandes problemas.

Ou então querer um trabalho no qual a dramaturgia não se coloca, achar que o texto é um elemento retrógrado, preferir que a criação fique livre e se ajuste aos nossos limites de construção cênica.

Escondermo-nos atrás de um discurso de “proposta aberta” pode revelar que o que não queremos é na verdade assumir que a dramaturgia traz um encadeamento relevante e contundente, e que justificamos essa falha por trás dos maneirismos estéticos. É claro que a estética é discurso poético, mas a estética não pode ser só estética (e será possível que se consiga isso?). E quero deixar claro que não venho defender o pensamento fechado na construção da obra de arte. Venho defender uma experienciação realmente contundente. Não é fácil mesmo. Em momentos, dentro do trabalho, cada um quer vender o seu peixe como o melhor, mas sem os outros peixes não se faz um mar saudável.

No caso de um dramaturgo não presente no trabalho – e não importa se ele não se faz presente na sala pelo seu corpo, porque sua obra pode se tornar viva na sua sombra que vem com a presença de suas letras e provocações – a responsabilidade do núcleo de criação talvez seja maior ainda, o olhar tem que ser mais aguçado, mais cuidadoso e por vezes mais radical, numa balança de vai e vem, sobe e desce. Olhar para tudo isso. E o diálogo.

É preciso ter a consciência que dramaturgia é muito mais do que palavra em folha, sentença escrita no papel. Dramaturgia é silêncio, folha branca, frases sobrepostas, música, luz....

Enfim, para mim dramaturgia boa é que faz o dramaturgo bom. Dramaturgia morta é que faz o dramaturgo morto, independente se está vivo ou não. Se dramaturgo é bom, morto ou não, não me incomoda. O que me incomoda é dramaturgo vivo que quer sua obra lidada de forma morta, embalsamada. Mas ao mesmo tempo me interessa, e muito, as maravilhosas criações de coletivos, com textos de dramaturgos falecidos que saltam da terra e dançam no mundo por cima de seus caixões.

Jogando junto Colaborativo Clube

(uma crônica esportiva sobre processos)

- Estamos chegando na reta final do Campeonato Colaborativo Clube. E o que vemos não é um time é uma verdadeira seleção. Melhor escalação impossível. Em campo os atores e músicos, todos muito bem posicionados. O esquema tático é o 1-4-4. Os atores podem se revezar nas posições e o importante é a criatividade, improvisação. Nada muito duro, sem marcação homem a homem.

- No banco, o dramaturgo e colaboradores da direção de arte. Dá para notar a ansiedade em cada um, a escalação foi revelada momentos antes do início da partida.

- E o apito dá início ao primeiro tempo. Os atores jogam com muita disposição, vestem a camisa do time. O preparo físico é impressionante. Um ou outro desfalque não compromete o desempenho da equipe. E um entra em campo mesmo contundido.

- Vejam a habilidaaaaaadeeee com que um dos atores dá o passe.
- O time está muito entrosado.
- Olha a ginga, a categoria com que é feito o lance.
- Esse time não joga na defesa, está todo na ofensiva, não tem retranca e é liiiiindo de ver. - - Um deles tem a tarefa mais destacada de armar a equipe, deixando espaço para seus companheiros criarem jogadas espetaculaaaaaaaaaaaares.

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- E o primeiro tempo termina. Apesar do jogo continuar empatado, todos ainda estão com muito gás. O segundo tempo promete.
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- E eles voooooltam a campo dispostos a reverter o placar. E o técnico não mexeu no time, fica tudo igual para o segundo tempo. O time está bonito, o que falta é só jogar para o gol e correr para o abraço.

- E o jogo reinicia.
- Acho que vamos ter alterações. O técnico pede para o dramaturgo se aquecer na lateral do campo.
- Atenção no lance. Ator passa a bola para outro ator, que de calcanhar passa para o músico que devolve na lateral direita, ator dribla o primeiro, a segunda e .....baaaaaaaate na traaaave. A jogada estava perfeita. Faltou “isso” para levantar a galera....uuuuhhhhhh
- Acho que o técnico mudou de idéia, o dramaturgo está voltando para o banco. Ainda é início do segundo tempo, tem bastante tempo para a partida se definir.

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- E chegamos ao final do segundo tempo. A equipe apresenta sinais de desgaste. Era tudo o que eles não queriam nessa altura do campeonato: ir para uma prorrogação.
- A prorrogação é complicada porque exige muito da equipe, tanto emocional quanto fisicamente.
- Agora sim teremos mudanças, o dramaturgo vai entrar na prorrogação.
- Quem sabe essa alteração possa trazer um novo fôlego.
- E que ele consiga reverter este resultado que não é justo e não reflete a belíssima atuação da equipe.

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- É meus amigos. A partida foi belíssima mas continua empatada e agora a decisão vai para os penalts.
- E o que você acha da entrada do dramaturgo? Alterou alguma coisa na atuação da equipe?
- Mudou o ritmo, criou novas possibilidades, mas a equipe já estava cansada. Acho que ele será uma das opções do técnico nos penalts. Ele é um excelente batedor. E tem sido sempre uma opção na hora dos chutes livres.

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- E como imaginávamos a decisão está nas mãos do dramaturgo. O chute é dele. Ele pode definir a partida.
-Todo jogo é uma caixinha de surpresas.
- Quem não faz marca.
- Mas o importante não é o resultado.
- Pela tensão da equipe, acho que eles não compartilham da mesma opinião.
- E o momento é esse. O dramaturgo vai chutar, ele se posiciona, ganha distanciamento, observa, coooooorre ....chutou! e foi fooooooooooooraaaaaaa!!!!!Fooraaaaaaa!!! Eu não acredito!!! Passou raspando, tirando tinta da trave.

- Não dá para acreditar. Não era pra ser.
- Mas a equipe está de parabéns! Mostraram um belíssimo trabalho


Todos muito emocionados, Não querem dar declarações.
Dramaturgo se aproxima do técnico e pede para entrar no primeiro tempo na próxima partida. Técnico diz que vai pensar. Precisa sentir mais o time.

Ciranda na Sé no cortejo do palhaço morto

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Tuesday, 16 June 2009

O cortejo do Palhaço Morto

O Cortejo do Palhaço Morto Cortejo promovido pelo CAT será realizado na quarta-feira, dia 17/06, às 15h.
No dia 17 de junho, às 15h, todos os núcleos do CAT – Centro de Aperfeiçoamento Teatral 2009, projeto da Cooperativa Paulista de Teatro, farão uma intervenção no centro da cidade de São Paulo chamada “O Cortejo do Palhaço Morto”.
Estará presente o diretor do CAT, João das Neves, e os demais coordenadores: Júlio Dojcsar (cenário, figurino e iluminação), Francisco Medeiros (direção e interpretação), Luís Marmora (direção e interpretação), Cássio Pires (Dramaturgia), Fernando Lee (Preparação Corporal) e João Nascimento (Música). Serão mais de 80 pessoas, entre participantes dos núcleos, convidados e pedestres.
O cortejo terá início no Largo do Paissandu, em frente à Igreja do Rosário dos Homens Negros. De lá, percorrerá a Avenida São João, o Anhangabaú, passará pelo Largo do Comércio, a Rua Boa Vista, e terminará na Praça da Sé.
O evento será dividido em sete alas: Anunciação, Oráculo, Família do palhaço, Palhaço em corpo presente, Viúvas choronas, Fênix e Renascimento.
“O Cortejo do Palhaço Morto” dá continuidade ao fluxo de pesquisa que está sendo realizada no CAT, do popular urbano e como isso se manifesta em São Paulo. A partir de uma inesperada morte do palhaço, a ideia é realizar um cortejo no estilo dos realizados no interior das cidades. Com isso, andar pelo centro e seus muros cinza, e questionar o porquê do centro de São Paulo está deixando de ser habitado.

PREPARAÇÃO - prepara a ação

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Iniciativa genial do núcleo de Direção de Arte. Levando em consideração o que o projeto CAT propõe, eles experimentaram. Não estão a serviço dos outros núcleos, pura e simplesmente, como é de costume acontecer, não são apenas executores dos pedidos da dramaturgia ou da direção.
Porque eles também podem estimular a criação, trazendo elementos e/ou propostas que nos direcione e nos convide para algum lugar.

CONCENTRAÇÃO - concentra a ação

(é possível concentrar no cortejo de um palhaço?)


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Julinho - Coordenador do núcleo de direção de arte


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Os dramaturgos: eu, Marina, Edelsio e o Marcos saiu de fininho.

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AÇÃO

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REAÇÃO - re-ação

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27.05 - primeiros relatos dos dramaturgos após encontro com os núcleos

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Monday, 15 June 2009

estações - atores exercitando dramaturgia

Para organizar e apresentar cenicamente o material que surgiu nas narrativas de origem, os atores fizeram um verdadeiro exercício dramaturgico. Nós, da dramaturgia, não participamos do processo. O grupo foi dividido em três elencos. Neste dia estavámos no escuro. Faltou luz na rua inteira.

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Abaixo a apresentação na semana seguinte, dia 02/06. A frente do João das Neves, da direção de arte e músicos acompanharam como platéia.

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Friday, 12 June 2009

e por falar em música

Lançamos as perguntas no núcleo do Luís

- onde eu canto em São Paulo

- onde se canta em São Paulo


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Thursday, 11 June 2009

música para escrever

Nesta segunda, os músicos do núcleo do João, apresentaram a proposta abaixo. Num próximo momento espero postar a resposta dos dramaturgos.

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Sunday, 7 June 2009

Ponto de partida dos atores

Relato dos atores sobre o primeiro exercício proposto por Luís.

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